Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Parque Natural Sintra-Cascais



 

  

 

 

 

O parque natural de Sintra-Cascais é um parque natural localizado em Portugal. Estende-se desde a zona de Sintra até às zonas da praia do Guincho e do Cabo da Roca. Divide-se em duas zonas distintas: a zona agrícola com vista a produzir fruta e vinho, e a zona costeira, com praias, falésias e dunas.

 

 

Da Cidadela de Cascais à foz do Falcão, desenha-se uma costa de arribas baixas e altas, zonas dunares, praias de seixos, cachopos e farilhões em que sobressaem o promontório do cabo Raso, as dunas fósseis de Magoito e de Oitavos, as dunas do Guincho e as arribas da Roca que se estendem até à Ericeira.
 
 
A uma Sintra nua e escalvada, outrora objecto de intenso pastoreio que desbaratou carvalhos, medronheiros e sobreiros, opõe-se, hoje, outra, densa e exuberante, domínio da árvore, cujas tonalidades contrastam, vivamente, com o planalto de São João das Lampas, plataforma calcária de solos pobres. Já a várzea de Colares é bem diversa.
 
 
Árvores fruteiras, intensa horticultura, a videira e manchas arbóreas conferem, ainda hoje, a todo este vale um particular atractivo.
Pela serra estão bem presentes as obras dos homens, umas monumentais e sobejamente conhecidas, outras, mais recatadas, as quintas, outras ainda bem presentes mas por vezes ignoradas como é o caso de inúmeros testemunhos da arquitectura popular
 
 

 

Situado em região de demografia galopante e construção excessiva, o Parque Natural é importante destino turístico e a sua envolvente, nitidamente urbana, alberga indústrias e serviços variados.

 

 


publicado por cadacriarsintra às 12:50
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Fauna e Flora

 

 

 

 

 

A Fauna é o conjunto dos animais existentes em uma determinada região. Existem factores que contribuem para a distribuição dos animais à superfície do globo, por consequência, para a constituição da fauna própria de cada região. Esses factores podem ser primários (causas directas que determinam a expansão das espécies) e secundários (o regime alimentar e a acção dos climas).

 

O concelho de Sintra possuiu uma riqueza faunística impressionante, através de uma grande diversidade de habitats, e também pela não ocupação urbana destes espaços.

Tendo como base estes exemplos:

- Parque Natural de Sintra-Cascais

- Rede Natura 2000

Da serra á zona litoral passando pelos centros urbanos e zona rural, encontramos grande quantidade de espécies diferentes, com cerca de 200 espécies, sendo 33 de mamíferos, 20 de repteis, 159 de aves, 12 de anfíbios e 9 de peixes de água doce. Como exemplos temos o falcão Peregrino e a Geneta. Existem animais já extintos do Parque, o urso, o veado, a lebre ou o lobo, e ainda outros sem qualquer registo de observação nos últimos anos como a lontra, o gato-bravo ou o sapo-de-unha-preta, aos quais se juntam espécies actualmente raras e ameaçadas cuja conservação é prioritária.

Os factores de ameaça são o impacto visual e o ruído gerado pela presença humana; o atropelamento de cobras, anfíbios terrestres; a degradação da cobertura vegetal, expansão das espécies invasoras e os níveis elevados de erosão; caça furtiva e controlo ilegal de predadores.

 

Flora é o conjunto das plantas que crescem num país, numa região. Existe um conjunto de plantas que servem para determinar um fim, como exemplos a flora da medicina, flora do crime, flora cultivada e flora invasora.                      

A vegetação sintrense é constituída por diversas flórulas (flora de carácter local) associadas as características climáticas específicas. A diversidade actual de espécies e paisagens é também resultado de uma longa ocupação humana. A biodiversidade de Sintra permite observar espécies cuja distribuição geográfica é restrita a esta região.

 

Actualmente os valores floristicos de Sintra estão parcialmente englobados no parque natural e sitio rede natura.A diversidade climática, de composição geológica e consequente riqueza dos solos permitem grande diversidade de flora.

Existem várias espécies em perigo de extinção como a

feto-de-folha-de-hera, trovisco-nortenho e miosótis-das-praias que correspondem a áreas designadas de valor florístico excepcional.


No entanto, há também áreas de valor floristico muito elevado, a que correspondem espécies como cravo-romano, rapôntico-da-terra, entre outros. Existem ainda áreas de valor floristico não significativo (Lírio-amarelo-dos-montes Iris lusitanica  e Cravina-brava)

 

Em relação à Serra de Sintra, cerca de 900 espécies são de flora autóctone, ou seja, aquelas que são naturais de uma dada região, em que metade das quais são mediterrânicas, e cerca de 10 % são endemismos (plantas que a nível mundial só se encontram em determinada área), o resto são espécies ameaçadas, que encontram na Serra, condições favoráveis para a sua sobrevivência.

 

Em relação à vegetação da serra encontra-se alterada relativamente à vegetação natural. A floresta de carvalhos que se implantou na serra de Sintra após a última glaciação foi progressivamente reduzida pela intervenção do homem que, tal como aconteceu em toda a região mediterrânica, alterou o coberto vegetal, através da pastorícia. Hoje em dia, a vegetação natural reduz-se a manchas nos locais mais inacessíveis. Embora se verifique estas alterações nas florestas portuguesas provocadas pelo homem, no Parque da Pena e de Monserrate podemos ver notáveis exemplos do enriquecimento do património paisagístico, graças à acção humana.

 

As espécies invasoras, a expansão urbana (verificada principalmente a partir do século XX), o incremento das actividades ligadas ao turismo ou à construção de segunda habitação e a ocorrência frequente de fogos (alguns de grande dimensão) constituem actualmente os problemas mais graves no que respeita à conservação da flora, extensíveis à fauna e de um modo geral a todos os habitats naturais.

 

 

  

 

Bibliografia

 .http://portal.icn.pt/ICNPortal/vPT/Areas+Protegidas/ParquesNaturais/SintraCascais/ValoresNaturais/Flora+e+vegetacao.htm?res=1024x768


publicado por cadacriarsintra às 16:19
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Clima em Sintra

Temperatura mínima:
 
 
Temperatura mínima ºC em 2002

 


Temperatura mínima ºC em 2005



Temperatura mínima ºC em 2007



Ao analisarmos e compararmos os 3 gráficos relativos à temperatura mínima registada nos anos de 2002, 2005 e 2007 em Sintra concluímos que de 2002 para 2005 houve um aumento da temperatura mínima mais alta e uma diminuição da temperatura mínima mais baixa. No que diz respeito ao final do ano de 2005 houve uma maior permanência das temperaturas mínimas abaixo dos 2ºC em comparação com 2002, sendo a temperatura mínima mais baixa registada em 2005 de -4ºC e em 2002 de 0ºC. Pode-se assim afirmar que o ano de 2005 foi mais frio que o ano de 2002. O ano de 2007 foi um ano intermédio no que diz respeito à temperatura mínima mais baixa registada, chegando apenas aos -2ºC. Podemos também observar que o ano de 2007 foi ligeiramente mais quente que o ano 2005, podendo ser uma consequência do aquecimento global.


Temperatura máxima:
 
 
Temperatura máxima ºC em 2002



Temperatura máxima ºC em 2005



Temperatura máxima ºC em 2007



Ao efectuarmos uma análise exaustiva aos gráficos relativos à temperatura máxima nos anos de 2002, 2005 e 2007 podemos afirmar que 2005 foi o ano em que as temperaturas foram mais altas. Em 2002 a temperatura máxima variou entre os 10ºC e os 35ºC flutuando ao longo do ano, sendo o mês de Julho o mais quente do ano. Em 2005 as temperaturas máximas aumentaram alternando entre os 10ºC, registados em Janeiro, e os 38ºC, registados em Agosto. Em 2007 a temperatura diminuiu ligeiramente, oscilando entre os 7ºC, no final de Janeiro, e os 37ºC, em Julho.


Número de horas de Sol:
 
Número de horas de Sol em 2005



Neste gráfico podemos observar que Portugal, neste caso Sintra, é um país agraciado com muitas horas de Sol, sendo o máximo atingido entre Maio e Julho, chegando às 14 horas de Sol, o que se pode considerar um privilegio tendo em conta que grande parte dos países da Europa não goza de tantas horas de Sol. O mínimo de horas de Sol é atingido entre Novembro e Janeiro, com valores a rondar as 8 horas de Sol por dia.


Precipitação:
 
 
Precipitação em mm no ano de 2005



Precipitação em mm no ano de 2006



Precipitação em mm no ano de 2007



Pela análise do gráfico de 2005, podemos concluir que foi um ano com relativamente pouca precipitação chegando apenas aos 26 milímetros no mês de Novembro. Os meses que registaram menos precipitação atingindo valores nulos foram os meses de Maio, Junho e Julho.
No que diz respeito ao ano de 2006, a precipitação oscilou ao longo dos 12 meses do ano, sendo que em Novembro registou o valor mais elevado de precipitação (48 mm). Quanto ao valor menos acentuado de precipitação, este foi de zero nos meses mais quentes do ano, tais como Junho e Julho.
No ano de 2007, houve mais precipitação em relação aos outros anos e a mesma foi mais elevada chegando até aos 70 mm. Voltando-se a verificar nos meses mais quentes do ano uma precipitação nula (Junho e Julho) o que se revela uma repetição do cenário visto em 2005 e 2006.
O aumento da precipitação máxima registada ao longo dos 3 anos pode ser uma consequência do derretimento do gelo polar provocado pelo aquecimento global, fenómeno climático que afecta todo o planeta.


Os gráficos presentes neste post são provenientes do site:


publicado por cadacriarsintra às 12:18
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Cidade gémea de Sintra

A designação de cidades gémeas é um conceito que tem por objectivo, criar relações a nível económico e cultural, através de cidades e vilas de áreas geográficas ou politicas distintas estabelecendo comparações entre ambas. Geralmente, as cidades gémeas têm características semelhantes (demográfico…) ou referências históricas comuns ou relacionadas. São estabelecidos protocolos de cooperação entre cidades a nível político, cultural, social e económico. Toda esta partilha de conhecimento torna-se fundamental no relacionamento entre diferentes comunidades e cada vez mais existem estes acordos entre cidades consideradas gémeas.
A cidade de Sintra tem como cidade gémea Asilah, situada em Marrocos.
Em português esta cidade chama-se Arzila localizando-se no litoral Norte de Marrocos. Esta cidade foi conquistada pelo rei português D. Afonso V. Em termos de património, a cidade conserva diversos vestígios da ocupação portuguesa, nomeadamente da sua fortificação como as muralhas, fortaleza, a Torre de Menagem e o fosso. Encontra-se ainda o brasão de armas de Portugal em diversos sítios históricos.

publicado por cadacriarsintra às 16:10
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Sintra pode ser o concelho mais populoso do país até 2016

Apesar da perda de população nos últimos anos, o concelho de Lisboa continuava a ser o concelho mais populoso do País, no ano de 2005. Lisboa contava com 519 795 habitantes, tendo uma densidade de 6134 habitantes por quilómetro quadrado.
Em termos nacionais, o segundo município com mais população é Sintra, com cerca de 419 mil habitantes, seguindo-se Vila Nova de Gaia, com 304 mil e só depois o Porto, com 233 mil.

 

CidadesPopulaçao
Lisboa519000
Sintra419000
Vila Nova de Gaia304000
Porto233000

 

 
Sintra poderá tornar-se no concelho mais populoso do país, nos próximos dez anos, com quase 670 mil residentes, caso se mantenha uma política de expansão demográfica acelerada. A previsão consta do diagnóstico apresentado para o futuro plano de desenvolvimento estratégico do município.
Segundo Jorge Braga de Macedo, coordenador da equipa da Universidade Nova de Lisboa responsável pelo plano de desenvolvimento estratégico, o principal objectivo passa por definir "a Sintra ideal" até 2015.
Em termos de dinâmica demográfica, entre 1991 e 2001, no contexto da Grande Lisboa, Sintra passou de 14,2 % para 19,4 % da população residente. As freguesias do corredor urbano Queluz-Portela "passaram a concentrar 82 % da população" (era 79 por cento em 1991).
As licenças de construção emitidas naquela década representaram "cerca de 50 por cento dos fogos da Grande Lisboa", que se traduziram em "espaços suburbanos desqualificados, que integram urbanizações privadas legais, mas com fraca qualidade urbanística". Do ponto de vista de análise estratégica, resulta na "pressão excessiva de recursos (paisagem e ambiente) – pressão urbanística e especulação imobiliária".
As projecções demográficas para 2001/2016, admitem três cenários: contracção do crescimento; expansão demográfica forte e acelerada; e crescimento demográfico controlado.
Em relação à contracção do crescimento, o concelho perderia capacidade atractiva. No que diz respeito à expansão demográfica forte e acelerada, a população de Sintra poderá atingir, em 2016, quase 670 mil habitantes, ultrapassando largamente os actuais cerca de 550 mil de Lisboa. As freguesias mais populosas seriam Cacém, com 90 mil habitantes, Santa Maria e São Miguel, com 60 mil habitantes, e Agualva, com 50 mil residentes.
O crescimento demográfico controlado permitirá um aumento mais suave, com taxas migratórias entre freguesias na ordem de um quarto ou um terço das verificadas. Este é mais impeditivo da melhoria da qualidade urbana e de requalificação dos espaços.
Os factores que contribuem para estes níveis de população podem ser a carência de unidades de prestação de cuidados de saúde no concelho e as dificuldades financeiras municipais. (1)

(1) - http://docentes.fe.unl.pt/~jbmacedo/cms/Plano%20de%20Desenvolvimento%20Estrat%E9gico.htm

publicado por cadacriarsintra às 15:00
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